Estátua do deus Khonsu

Khonsu era considerado o deus “errante”. Foi representado como um menino mumificado e coroado com o disco solar e pelo crescente lunar. Na criação do mundo, Khonsu participou na elaboração do calendário egípcio ao jogar uma partida do jogo Senet com o deus Toth. Quando perdeu para esta divindade, entregou, como prêmio, cinco noites de sua Lua que podemos entender como cinco dias. Estes marcavam o início do ano egípcio e eram chamados de Epagomenos. Esses dias eram considerados pela mitologia como as datas de nascimento de Osiris, Isis, Néftis e Seth. o original encontra-se no Museu do Louvre- Paris- França.

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Estatueta do Deus Osíris

Estatueta do Deus Osíris

Período: Ptolomaico – 332-30 a.C.
A original encontra-se no Museu Nacional Egípcio do Cairo.

Osíris aparece representado nas esculturas portando a coroa ladeada por plumas chamada atef, com a barba divina sob o queixo e segurando duas insígnias de poder nas mãos. No princípio da história egípcia era a divindade relacionada á vegetação e á renovação. Porém segundo o mito da cidade de Heliópolis, tornou-se o senhor da eternidade após sua mumificação, o que justifica a representação do deus.

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Estela Funerária de Tabakenkhonsu

Proveniência: Tebas – Deir El Bahari – Templo de Hatshepsut.
Período: Tardio – XXV Dinastia – 680-670 a.C.
O original encontra-se no Museu Metropolitano de Arte – Nova York – EUA.
Estelas funerárias eram geralmente dispostas nas tumbas para garantir que nada faltasse ao falecido na vida além-túmulo. Esta estela retrata a egípcia Tabakenkhonsu que aparece sendo guiada pelo deus Thoth que a apresenta aos deuses Osiris e Ísis, sob o corpo da deusa Nut, arqueado na parte superior da estela. Uma oferta à Geb está gravada. O nome do pai de Tabakenkhonsu está danificado, mas sua mãe era Tami.

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Tríade Divina de Osíris, Isis e Néftis

O original encontra-se no Museu Egípcio – Cairo – Egito

Osíris, Isis e Néftis eram irmãos, filhos dos deuses da terra e do céu, Geb e Nut. Na mitologia osiriana, Osíris foi assassinado por Seth, seu irmão caçula que lhe tinha inveja por conta do seu reinado. Isis e Néftis foram as responsáveis, junto com Anúbis, deus da mumificação, por trazer Osíris de volta à vida através da magia. Na imagem, Osíris mumificado está sendo apoiado e protegido pelas deusas, enquanto Seth não aparece.

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Asno portando um fardo

Proveniência: Saqqara – Egito.

Período: Reino Antigo – V Dinastia – 2575-2134 a.C.

O original encontra-se no Museu do Louvre – Paris – França.

Muitos aspectos da vida cotidiana do antigo Egito chegaram ao conhecimento através dos relevos e pinturas de diversas tumbas construídas ao longo da história. Este fragmento integra um mural encontrado na mastaba de um nobre chamado Ti e mostra uma das etapas do trabalho no campo: o transporte do trigo. Uma vez ensacado, o cereal era arrumado na forma de um grande fardo e colocado sobre o dorso de asnos. Após o descarregamento, os animais de carga eram novamente conduzidos aos campos para recomeçar a tarefa, até que o trabalho fosse concluído.

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O escaravelho alado

Proveniência: Dendera – Egito

Período: Império Macedônico -332 – 304 a.C.

A original encontra-se no Museu Nacional Egípcio – Cairo – Egito.

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Cena mural do faraó Tothmés IV com divindades

Proveniência: Vale dos Reis – Tebas Ocidental Reino Novo – XVIII Dinastia – c. 1390 a.C. O original encontra-se na tumba do faraó Tothmés IV, no Vale dos Reis, Luxor, Egito.

A decoração da antecâmara mortuária do faraó Tothmés IV traz representações do governante diante de várias divindades. Neste fragmento da pintura da tumba, o rei recebe dos deuses o ankh, símbolo da vida eterna. Da esquerda para direita temos o deus Anúbis, seguido por Háthor e Osíris. Cenas como estas no interior das tumbas, evidenciam a crença de que após a morte, os egípcios viveriam junto com os deuses no mundo da eternidade.

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Máscara de Anúbis

Máscara de Anúbis

Proveniência: desconhecido.
Período: Terceiro Período Intermediário – XXI Dinastia – 1070-712 a.C.
O original encontra-se no Museu do Louvre – Paris – França.

Anúbis, o deus da mumificação e da proteção das tumbas, aparece nas imagens dos sepulcros e nos objetos funerários na forma de um chacal deitado ou como homem com cabeça de chacal.

A máscara confeccionada em madeira estucada e policromada, possui decoração com flor de lótus e detalhes, como os dentes canídeos, para representar a face de Anúbis.

Durante as cerimônias ligadas à mumificação, como a Abertura da Boca e dos Olhos, era importante que houvesse um sacerdote que utilizasse a máscara a fim de simular a presença do deus no local.

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Estátua de um escriba desconhecido

Proveniência: Saqqara – Egito.

Período: Reino Antigo – V Dinastia – 2575-2134 a.C.

A original encontra-se no Museu Nacional Egípcio – Cairo – Egito.

Na estrutura da sociedade egípcia a figura do escriba era muito importante, pois era responsável pela administração, coleta de impostos, em suma toda elaboração de textos. Mas “escriba” não era propriamente uma profissão, mas sim um título. Assim, temos diversos funcionários, sacerdotes e artesãos com esta titulação. O presente escriba, representado nesta escultura de pedra calcária pintada, é um personagem cujo nome não foi registrado. A postura, com as pernas cruzadas, braços apoiados sobre o saiote e mão esquerda a desenrolar um papiro, demonstra o exercício de seu ofício.

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Selo cilíndrico do faraó Miquerinos

Proveniência: Gizé – Egito.

Período: Reino Antigo – IV Dinastia – 2575-2465 a.C.

O original encontra-se no Museu Nacional Egípcio – Cairo – Egito.

Selos cilíndricos eram usados para impressões em argila que serviam de lacre para correspondências reais. Este foi usado em documentos produzidos por ordem do faraó Miquerinos.

No selo, é possível ver uma variante do nome de trono do governante, Menkaura, envolto por um cartucho shen. Assim, Miquerinos é o nome grego pelo qual conhecemos este rei.

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