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HISTÓRIA E TRADIÇÃO MILENAR EM CURITIBA

Eles são instituições sem fins lucrativos, abertos ao público e geralmente conservam, pesquisam e expõem infinitos objetos. Além de difundir conhecimento, preservam a história que ali existe e apresentam uma investigação de cada peça exposta para acrescentar algo mais à educação da sociedade. Estamos falando dos museus. Importantes centros de memória, os museus agregam informações, conteúdos culturais, científicos, artísticos e históricos, são excelentes locais para visitação e, além de tudo, ótimos pontos turísticos.

Em Curitiba, a Ordem Rosacruz – AMORC mantém dois museus: um dedicado à cultura egípcia antiga e outro à preservação da memória da Grande Loja da Jurisdição de Língua Portuguesa – AMORC.

O Museu Egípcio é formado por objetos relacionados ao Antigo Egito, possuindo peças que contam as histórias dos faraós, da religião e do cotidiano daquela civilização. Já o Museu Rosacruz apresenta objetos recebidos pelos três Grandes Mestres da AMORC-GLP, além de informativos sobre o processo histórico da instituição.

O Museu Egípcio foi fundado em 17 de outubro de 1990 pelo ex-Grande Mestre, Frater Charles Vega Parucker. O Museu Rosacruz por sua vez foi inaugurado na última Convenção Nacional Rosacruz pelo atual Grande Mestre, frater Hélio de Moraes e Marques, em 22 de outubro de 2014.

Para a supervisora cultural da Ordem Rosacruz em Curitiba, Vivian Tedardi, esses espaços são importantes pela singularidade dos conhecimentos que oferecem. “O Museu Egípcio dedica-se a divulgar a história do Antigo Egito e por isso é um espaço cultural e educativo, uma vez que, além de atender o público em geral, oferece à comunidade escolar atividades educativas em suas exposições. Já o Museu Rosacruz preserva a história da AMORC-GLP e, através de sua exposição, divulga a estudantes rosacruzes e interessados todas as informações sobre a história da instituição”, conta Vivian. Ambos os museus são abertos ao público em geral e a entrada é franca.

O Egito desperta uma grande curiosidade nas pessoas. No Brasil há, contudo, poucos espaços culturais através dos quais é possível conhecer mais sobre a civilização egípcia. “Curitiba é um dos poucos locais onde pode-se ter contato com a história do Antigo Egito e onde é possível conhecer a importante contribuição dos egípcios para a história da humanidade”, diz Vivian.

Sobre as exposições:

No Museu Egípcio há réplicas fieis de objetos relacionados ao Antigo Egito cujos originais são conservados no acervo de diversos museus europeus, egípcios e norte-americanos. Esses objetos relacionam-se a muitos aspectos da vida daquele povo, assim como à sua organização social, sua religião e sua política. A peça mais importante do Museu Egípcio da AMORC é a múmia original de uma dama egípcia chamada “Tothmea”, que possui cerca de 2600 anos. Ela está na coleção do museu desde 1995.

Entre as novidades que este museu oferece está um vídeo sobre Tothmea, ao qual o visitante pode assistir antes de conhecê-la “pessoalmente”, uma nova sala especialmente projetada para a múmia – com pinturas na parede, como numa tumba egípcia da 18ª Dinastia – e tablets para consulta, a fim de que se possa ter contato com outras informações relacionadas ao Antigo Egito.

No Museu Rosacruz há principalmente símbolos entregues aos três Grandes Mestres como testemunho de agradecimento de estudantes rosacruzes e de Organismos Afiliados da AMORC-GLP. Neste espaço é possível conhecer e entender o trabalho realizado pela AMORC para a construção de um Rosacrucianismo vibrante nos países de língua portuguesa.

Na parte rosacruz também haverá tablets com inúmeras fotografias para que o visitante possa se aprofundar mais na história da GLP.

O Museu Egípcio possui hoje cerca de 700 peças relacionadas ao Antigo Egito, ao passo que o Museu Rosacruz conta com cerca de 300 objetos.

Entre as peças mais importantes podemos citar as duas múmias do acervo; Tothmea, que possivelmente foi uma cantora ou musicista de um templo egípcio dedicado à deusa Ísis, e também a múmia de uma menina de cerca de dois anos apelidada no Museu Egípcio de “Wanra”. Esta é uma múmia andina e, diferente de Tothmea, seu corpo foi preservado naturalmente, através das características do ambiente onde foi enterrada. Entre as relíquias rosacruzes há a “Cruz Rosacruz” que pertenceu ao frater Ralph Maxwell Lewis, ex-Imperator da AMORC, e a primeira placa da então Grande Loja do Brasil.

Segunda sala do Museu

Neste ambiente o visitante conhecerá sobre o nascimento e a infância no Egito Antigo, além de vários ofícios como o de Escriba, Camponês e Construtor.

Capela funerária da Múmia Tothmea

Foi construída para expor a múmia Tothmea uma capela funerária semelhante as realizadas pelos antigos egípcios no período conhecido como Reino Novo.

 

Anúbis

Detalhe da tampa do baú que continha os vasos canópicos da rainha Nedjemet. Deus Anúbis representado na forma de um chacal.

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